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Resposta ao artigo do Zero Hora

16/11/2017

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Na condição e presidente do Instituto Brasileiro Jogo Legal – IJL tenho me ocupado nos últimos dias em responder os artigos veiculados pela grande mídia, com manifestações contrárias a legalização dos jogos.

Nesta quarta-feira, a editoria Leitor do Zero Hora veiculou carta contra o artigo “Jogo e jogatina”, veiculado pelo jornal na edição do último sábado/domingo.

 

“Respeito a opinião de Flávio Tavares no artigo “Jogo e jogatina” (ZH, 11 e 12/11), mas acredito que merece uma reflexão. Nos últimos 76 anos, vários temas têm gerado polêmica no Brasil. Entre eles, a legalização do jogo, cujo debate acaba sendo contaminado por questões religiosas, políticas ou ideológicas. A legislação proibitiva não alterou o cenário de ilegalidade do jogo que movimenta, anualmente, mais de R$ 19 bilhões, contra R$ 12,8 bilhões dos jogos legais. O mercado regulado tem potencial de gerar cerca de R$ 18 bilhões por ano em impostos, R$ 10 bilhões com outorgas e 450 mil empregos. Discursos contrários que usam lavagem de dinheiro, patologia e ausência de controle como argumentos são parte do lobby dos que pretendem manter o jogo na ilegalidade. A “indústria da proibição” é muito lucrativa. Magno José – Presidente do Instituto Brasileiro Jogo Legal (IJL)